Arquitecto: Miguel Arruda
Ubicación: Olives Garden, CCB, Lisbon, Portugal
Equipo: Pedro Pereira
Estructura: Afaconsult
Constrotion: Dustrimental
Terminaciones: Grupo Amorin
Montaje: Construções Casimiro
Totem: Termoono
Audiovisual: Restart
Ilumiinación: Donker by LGT
Año: Juio – Octubre 2010
AS FOTOS SÃO DE MINHA AUTORIA
Através das minhas pesquisas diárias pela net, tive conhecimento ontem que esta obra de arte esteve em BARCELONA, no início do mês passado:
A “Escultura Habitável” da autoria de Miguel Arruda, que integra a categoria de “Future Projects”, disputou no passado dia 3 de Novembro o acesso à final do WAF – World Architecture Festival, que se realizou em Barcelona de 2 a 4 de Novembro.
A “Escultura Habitável” esteve no Jardim das Oliveiras do Centro Cultural de Belém no âmbito do CCB Fora de Si, e do PortugalArte10 e da Trienal de Arquitectura.
Aquando da sua inauguração no CCB, Miguel Arruda referiu que a peça transportava “a memória formal de uma das suas primeiras esculturas da década de 60 para a actualidade e conferia-lhe a escala e a experiência espacial da arquitectura”.
O Módulo exposto na Galeria Diário de Noticias, em 1968, foi objecto de uma ampliação 56 vezes a sua dimensão inicial. “Esta nova volumetria, possibilitou um determinado teor de habitabilidade”, que lhe permitiu interpretar o conceito de Escultura Habitável.
Esta escultura viva desenhada pelo arquiteto Miguel Arruda é uma reinterpretação de uma das suas primeiras esculturas nos anos 60 e nos encaminha para o espaço de vida para uma experiência arquitetônica.
O “módulo”, descrito em uma galería durante o ano de 68, agora é 56 vezes maior que o seu tamanho original.
Esta dimensão para a nova estrutura entrega um conceito de conforto interior e trilhas ao ar livre.
"Fiz esta peça, numa escala muito menor, em 1968, para a minha primeira exposição como escultor.
Era em ferro cromado, em módulo e pela dimensão, era também manipulável.
Agora e a partir de um desafio feito por Miguel Carvalho e Stefan Simchowitz para participar na Bienal de Arte, resolvemos recriar a mesma forma, com uma escala muito superior: 42 anos depois, 56 vezes maior em relação à dimensão inicial.
De peça manipulável passou a ser uma peça penetrável pois as pessoas podem entrar e sentir o espaço interior", conta Miguel Arruda.


